PARA BOA SAÚDEO METABOLISMO DOS HORMÔNIOS DEVE ESTAR CONTROLADO

OBESIDADE JUVENIL

11 de abril de 2014

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: EFEITOS DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO E TERAPIA DE SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL EM MENINOS PRÉ-PÚBERES COM ATRASO CONSTITUCIONAL DO CRESCIMENTO.

EXISTEM BENEFÍCIOS NA SUPLEMENTAÇÃO NUTRICIONAL PARA O CRESCIMENTO?


Aqui, nosso objetivo foi fazer uma avaliação se suplementação nutricional aumenta as ações anabolizantes do hormônio do crescimento (GH), em meninos com atraso constitucional do crescimento e maturidade, devido ao déficit de hormônio de crescimento (GH). Fez-se uma avaliação de meninos pré-púberes misturados aleatoriamente que foram observados durante 6 meses sendo que metade deles fez uso de suplementação nutricional diária, e o restante não, seguido de tratamento com GH diário adicional em todos por mais 12 meses. Realizou-se um ambiente controlado, randomizado em um centro de investigação clínica ambulatorial. Foram realizados testes e análises de medidas repetidas vezes da variação em relação consumo de energia, o gasto energético total , o crescimento, os hormônios e os marcadores de nutrição. O armazenamento de gordura aumentou nos seis primeiros meses dentro do grupo que fez uso de suplementação nutricional, mas no grupo que não fez uso desta suplementação nutricional não houve aumento do armazenamento de gordura, e as mudanças da estatura não mostraram variações durante estes 6 primeiros meses nos 2 grupos. Após a introdução do hormônio de crescimento (GH), que se deu a partir do 7º mês, houve um menor armazenamento de gordura no grupo em uso de suplementação nutricional e aumento da estatura com uso de hormônio de crescimento (GH) nos 12 meses subsequentes, nos 2 grupos. A altura, o peso, a massa magra corporal, os hormônios e os marcadores de nutrição, se mantiveram semelhantes comparativamente em ambos os grupos em 18 meses. Meninos pré-púberes com deficiência de hormônio de crescimento (GH) e somente com suplementação nutricional, não apresentam benefícios quanto ao crescimento, só vão apresentar resultados positivos quando iniciam reposição de hormônio de crescimento (GH), assim como os outros que não fizeram uso de suplementação nutricional. 


AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
 Endocrinologia – Neuroendocrinologista
 CRM 20611

Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
 CRM 28930

Como Saber Mais:
1. O crescimento de um menino pré-púbere com deficiência de hormônio de crescimento (GH) sofre influência de suplementação nutricional?

2. Os meninos pré-púberes com deficiência de hormônio de crescimento (GH) aumentam a gordura corporal com suplementação nutricional sem reposição de GH?
3. Se os meninos com deficiência de hormônio de crescimento (GH) fizerem uso de hormônio de crescimento (GH) sem usar suplemento nutricional crescem (GH)?

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Joan C. Han , MD Ligeia Damaso , MSN, ARNP; Susan Welch , MSN, ARNP;  Prabhakaran Balagopal , PhD;  Jobayer Hossain , PhD;  Mauras Nelly , MD.







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11 de abril de 2011

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: PARA MELHORAR A EFICIÊNCIA DO CRESCIMENTO LINEAR, DEVE- SE CONSIDERAR ALGUMAS VARIÁVEIS EM APOIO A COMPLEMENTAÇÃO DO HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO,


COMO EXERCÍCIOS FÍSICOS ORIENTADOS COMO A NATAÇÃO, POIS A MESMA FAZ DO PACIENTE DEFICIENTE DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (DGH), FICAR EM SUSPENSÃO E NÃO USAR O PÉ DE APOIO OU IMPACTO COMO EM ALGUNS ESPORTES.


Não podemos levar em consideração atividades físicas profissionais em se considerando crescimento estatural ou linear, pois o esforço metabólico que um paciente esportista de competição despende é muito grande, devemos levar em conta sua formação orgânica e sua compleição física adequada, amadurecida e treinada para sua atividade esportiva. É lógico, que um indivíduo em formação e não completamente saudável que seria o caso dos deficientes de hormônio de crescimento (DGH), não apresentam de acordo com diversas pesquisas encontradas na literatura científica, que essa alteração é isolada, mas na prática clínica podemos observar outras disfunções, como por exemplo, as funções tireoidianas entre outras. Independente do teste de clonidina para sabermos a real situação do (HGH) hormônio de crescimento, IGF -1, também efetuamos eventualmente teste de esforço para verificarmos a secreção do HGH. Entretanto , a literatura não é precisa neste campo. A sociedade atual tem valorizado de forma significativa a aparência alta e esbelta. Essa constituição física tem sido reforçada desde a infância e atingem a população adolescente, que deseja enquadrar-se nos estereótipos, particularmente daqueles veiculados pela mídia. Nesse sentido, profissionais de saúde são questionados rotineiramente sobre os efeitos positivos que o exercício físico exerce sobre o crescimento longitudinal de crianças e adolescentes. Procurou-se revisar a literatura especializada a respeito dos principais efeitos que o exercício físico exerceria sobre a secreção e atuação do hormônio de crescimento (GH) nos diversos tecidos corporais, durante a infância e adolescência. Através dessa revisão, foi possível verificar que o exercício físico ostensivo induz à estimulação do eixo GH/IGF-1.
Muito se especula quanto ao crescimento ósseo ser potencializado pela  prática de exercícios físicos, entretanto não de maneira ostensiva. No tocante aos efeitos adversos advindos do treinamento físico durante a infância e adolescência, aparentemente, esses foram independentes do tipo de esporte praticado, porém resultantes da intensidade do treinamento. Na prática clínica o que se observa é que, com exceção da natação com fins terapêuticos e orientados, se observa um resultado diferente de qualquer outro esporte principalmente de impacto ou que comprometa as cartilagens de crescimento dos ossos longos, pois a defesa do osso é formar osso no sentido de imobilização e da agressão orgânica. A alta intensidade do treinamento parece ocasionar uma modulação metabólica importante, com a elevação de marcadores inflamatórios e a supressão do eixo GH/IGF-1. Entretanto, é importante ressaltar que, a própria seleção esportiva, em algumas modalidades, recruta crianças e/ou adolescentes com perfis de menor estatura, como estratégia para obtenção de melhores resultados, em função da facilidade mecânica dos movimentos, o que não seria uma atitude recomendável, se eventualmente a criança ou adolescente tivesse a possibilidade de projeção visual de seu futuro como atleta ou adulto após termino de suas atividades esportivas por limitação de idade ou possibilidades físicas. O que alguns autores consideram são as possíveis limitações genéticas e não a indução pessoal ou familiar. Como exemplo, podemos citar, esportes como ginástica, automobilismo, equitação, e até mesmo em algumas funções no futebol. O fato é que, em algum momento da vida será cobrado dos responsáveis e/ou pais, queiramos ou não, poderemos criar ao longo da vida de um paciente, estigmas irreversíveis.

AUTORES PROSPECTIVOS

Dr. João Santos Caio Jr.
Endocrinologia – Neuroendocrinologia
CRM 20611

      Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologia – Medicina Interna
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Como Saber Mais:
1.Os hormônios tireoidianos também interferem no crescimento linear?
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2. Os profissionais de saúde são questionados rotineiramente sobre os efeitos positivos que o exercício físico exerce sobre o crescimento longitudinal de crianças e adolescentes?
http://crescersim.blogspot.com

3. Se observa um resultado diferente em esporte principalmente de impacto ou que comprometa as cartilagens de crescimento dos ossos longos, pois a defesa do osso é formar osso no sentido de imobilização e da agressão orgânica?
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Referências Bibliográficas:
Carel et al,
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Carla Cristiane da Silva - Mestranda em Pediatria pelo Programa de Pós-Graduação em Pediatria da Faculdade de Medicina de Botucatu - Unesp, Bolsista CNPq ; Tamara Beres Lederer Goldberg - Professora Assistente Doutora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina de Botucatu - Unesp. Disciplina de Medicina do Adolescente ; Altamir dos Santos Teixeira - Professor Assistente do Departamento de Doenças Tropicais e Diagnóstico por Imagem da Faculdade de Medicina de Botucatu - Unesp ; Inara Marques - Professora Adjunta Doutora do Departamento de Fundamentos da Educação Física Universidade Estadual de Londrina. Disciplina de Crescimento e Desenvolvimento Motor.






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30 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: BULLYING;


AS CRIANÇAS, JOVENS SÃO CRUÉIS ENTRE SI, PRINCIPALMENTE QUANDO ENVOLVE SITUAÇÕES PESSOAIS QUE DIFERENCIAM-NA DAS DEMAIS, COMO ESTATURA. DEVEMOS OBSERVAR DETALHES ORGÂNICOS PASSÍVEIS DE CORREÇÃO OU DE MELHORA, ENTRE ELES A PUBERDADE PRECOCE, BAIXA ESTATURA,  HÁ NECESSIDADE DE CORRIGIR, COMO POR EXEMPLO O HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO ENTRE OUTROS, TANTOS NOS MENINOS QUANTO NAS MENINAS ,PARA QUE OCORRA O CRESCIMENTO ESTATURAL .


Nunca se esqueça que um dia, quando nossas crianças , juvenis, adolescentes, souberem diferenciar que poderíamos fazer alguma coisa no sentido de ajuda- los a não serem submetidos ao BULLYING, seremos cobrados, e eventualmente de forma tão cruel como foram submetidos, preste bem atenção nisto, e pode ser diversos fatores que estão envolvidos que poderíamos ter sido mais observadores, uma delas; puberdade precoce, em crianças, juvenil, adolescentes, resulta principalmente da ativação precoce do eixo hormonal gonadotrófico (glândulas posicionadas no sistema nervoso central responsável pelo desenvolvimento dos hormônios sexuais, tanto nos meninos quanto nas meninas). 

Embora a idade limite tenha sido sempre questionada, a maioria dos médicos considera que é observada puberdade precoce, quando ocorre por volta dos 8 anos nas meninas e 9 anos nos meninos, sugerindo-se que os médicos façam pelo menos uma avaliação clínica e a avaliação da idade óssea por um endocrinologista. O principal interesse na puberdade precoce é uma condição essencial, do sistema nervoso central (SNC) ou presença de neoplasia nas gônadas (testículos e ovários), que devem ser formalmente excluídos na 1ª fase do diagnóstico. Um segundo fator importante é a estatura, uma vez que a puberdade precoce tem como resultado a aceleração do crescimento de crianças, juvenil, adolescentes, acelerando a maturação óssea e finalmente reduzindo a estatura, independente da produção correta do HGH – hormônio de crescimento estar produzido quantidades correta ou incorretas do hormônio. A puberdade precoce é heterogênea e tem um critério que pode defini-la, em termos de idade e de potencial para progressão do crescimento ou desenvolvimento de crianças, juvenil, ou adolescente. As substâncias agonistas (estimuladoras para um bom resultado), atualmente, são o tratamento  padrão para a puberdade precoce central progressiva e visa o alívio dos sintomas clínicos do desenvolvimento puberal (puberdade) precoce, suas conseqüências psicológicas e suas conseqüências no crescimento, seja em crianças, juvenil, ou adolescentes.

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Dr. João Santos Caio Jr 
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Como saber Mais:
1. O hormônio de crescimento – HGH, é importante para o tratamento da puberdade precoce ?   
http://crescermais2.blogspot.com


2.Em crianças e adolescentes terão vantagens em tratar com hormônio de crescimento mesmo que tenha doses normais? http://crescimentojuvenil.blogspot.com

3.A tireóide tem importância no tratamento com hormônio de crescimento – HGH  no caso de deficiência do hormônio de crescimento - HGH nas diversas fases do ser humano ? 
http://hipotireoidismosubclinico2.blogspot.com

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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: EM MENINAS E ADOLESCENTES O CRESCIMENTO OCORRE POR LIBERAÇÃO DE HGH DE FORMA LINEAR


E PODE APRESENTAR ALTERAÇÕES HORMONAIS E METABÓLICAS LEVANDO A PUBERDADE PRECOCE. ESSA SITUAÇÃO OCORRE ATRAVÉS DA DISFUNÇÃO DO EIXO GONADOTRÓFICO, QUE COM A CORREÇÃO DOS HORMÔNIOS PRINCIPALMENTE DE CRESCIMENTO PODE MINORAR O PROBLEMA.


Nas meninas com puberdade precoce progressiva, as evidências indicam um ganho de estatura nos primeiros 6 meses, logo após se instalar a puberdade precoce, isto é, dá a impressão aos pais que na idade adulta elas terão um ganho de estatura , o que não ocorrerá, acima da média prevista inicialmente, devido à puberdade precoce progressiva. Este é o motivo subjetivo quando tem indicação de acelerar o quanto antes o tratamento com hormônio de crescimento (HGH), porque frequentemente, nesta condição a estatura atingida será menor que a média das mulheres com desenvolvimento puberal normal. No entanto, o aparente ganho em altura no inicio é muito variável, em grande parte devido à imprecisão dos métodos de previsão de estatura.
Nas meninas, com início da puberdade na metade inferior da idade normal (8-10 anos), deve-se iniciar o quanto antes o tratamento com hormônio de crescimento (HGH). Em meninos a puberdade precoce é mais rara e se tem menos dados disponíveis, mas aponta na mesma direção, ou seja, o crescimento de crianças, juvenil ou adolescentes do sexo masculino, não se recupera e quanto mais cedo se iniciar o tratamento com o hormônio de crescimento HGH, somatotrofina por DNA Recombinante, melhor o resultado final. Em conclusão, a estatura final quando adulto, fica comprometida se a puberdade precoce não for tratada desde o inicio, isto é, o mais rápido possível, além das várias ocorrências de bullying na fase infanto juvenil, que serão cobradas dos pais.

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Como Saber Mais:
1.A puberdade precoce se não tratada o mais breve possível, ela trás repercussões para a estatura final na vida adulta? http://crescermais2.blogspot.com

2. Crianças com puberdade precoce se não tratadas o mais breve possível, sofrerão” BULLYING”com mais frequência ? http://crescimentojuvenil.blogspot.com

3.O hipotireoidismo sub-clínico pode levar à dificuldade de manutenção de uma gravidez ?
http://hipotireoidismosubclinico2.blogspot.com

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ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: O QUERO CRESCER NÃO DEPENDE APENAS DA VONTADE, EXISTEM DIVERSOS FATORES;


A PUBERDADE PRECOCE INICIA-SE COM ATIVAÇÃO ANTES DO TEMPO DOS HORMÔNIOS SEXUAIS ( EIXO GONADOTRÓFICO ) A NECESSIDADE DE CORRIGIR, COMO POR EXEMPLO, HGH – HORMÔNIO DE CRESCIMENTO ENTRE OUTROS, TANTO NOS MENINOS QUANTO NAS MENINAS) PARA QUE OCORRA O CRESCIMENTO ESTATURAL .


Em crescimento sem tomar atitudes sérias não existe o quero crescer, pois sou o menor da fila na escola, ou meu irmão ou primo esta me passando, e pode ser diversos fatores que estão envolvidos: puberdade precoce, em crianças, juvenil, adolescentes, resulta principalmente da ativação precoce do eixo hormonal gonadotrófico (glândulas posicionadas no sistema nervoso central responsável pelo desenvolvimento dos hormônios sexuais, tanto nos meninos quanto nas meninas). Embora a idade limite tenha sido sempre questionada, a maioria dos médicos considera que é observada puberdade precoce, quando ocorre por volta dos 8 anos nas meninas e 9 anos nos meninos, sugerindo-se que os médicos façam pelo menos uma avaliação clínica e a avaliação da idade óssea por um endocrinologistaO principal interesse na puberdade precoce é uma condição essencial, do sistema nervoso central (SNC) ou presença de neoplasia nas gônadas (testículos e ovários), que devem ser formalmente excluídos na 1ª fase do diagnóstico. 

Um segundo fator importante é a estatura, uma vez que a puberdade precoce tem como resultado a aceleração do crescimento de crianças, juvenil, adolescentes, acelerando a maturação óssea e finalmente reduzindo a estatura, independente da produção correta do HGH – hormônio de crescimento estar produzido quantidades correta ou incorretas do hormônio. A puberdade precoce é heterogênea e tem um critério que pode defini-la, em termos de idade e de potencial para progressão do crescimento ou desenvolvimento de crianças, juvenil, ou adolescente. As substâncias agônistas (estimuladoras para um bom resultado), atualmente, são o tratamento  padrão para a puberdade precoce central progressiva e visa o alívio dos sintomas clínicos do desenvolvimento puberal (puberdade) precoce, suas conseqüências psicológicas e suas conseqüências no crescimento, seja em crianças, juvenil, ou adolescentesNas meninas com puberdade precoce progressiva, as evidências indicam uma  ganho de estatura na idade adulta, acima da média prevista, devido à puberdade precoce progressiva, antes de iniciado o tratamento com hormônio de crescimento (HGH), mais evidentemente insuficiente para a média das mulheres. No entanto, o aparente ganho em altura é muito variável, em grande parte devido à imprecisão dos métodos de previsão de estatura.
Nas meninas, com início da puberdade na metade inferior da idade normal (8-10 anos), deve-se iniciar o quanto antes o tratamento com hormônio de crescimento (HGH). Em meninos a puberdade precoce é mais rara e se tem menos dados disponíveis, mas aponta na mesma direção, ou seja crescimento de crianças,juvenil ou adolescentes do sexo masculino, não se recupera e quanto mais cedo começar o tratamento com o hormônio de crescimento HGH, somatotrofina por DNA Recombinante, melhor o resultado final. Em conclusão a estatura final quando adulto, fica comprometida se a puberdade precoce não for iniciada o mais rápido possível.

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1.O crescimento fica alterado com a puberdade precoce? http://crescermais2.blogspot.com

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3.O diagnóstico do hipotireoidismo sub-clínico é importante?
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22 de dezembro de 2010

ENDOCRINOLOGIA – NEUROENDOCRINOLOGIA: A TIREÓIDE ACOMPANHA O HORMÔNIO DE CRESCIMENTO E QUALQUER DEFICIÊNCIA NELES ACARRETARÁ UM GRANDE PROBLEMA.


O ORGANISMO QUE NA INFÂNCIA APRESENTA DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (HGH), QUE FIZERAM REPOSIÇÃO HORMONAL E INTERROMPERAM AINDA NA INFÂNCIA OU NA TRANSIÇÃO PARA ADULTO ACARRETARÁ EM GRANDES DISFUNÇÕES METABÓLICAS, ESTE HORMÔNIO COM O ADVENTO DA ENGENHARIA GENÉTICA CONFIGURANDO O DNA RECOMBINANTE (IN VITRO) E ELIMINANDO O HORMÔNIO DE CRESCIMENTO EXTRAÍDO DE HUMANOS (HIPÓFISE), QUE TRAZIA PROBLEMAS SÉRIOS ATÉ OS ANOS 80 VIABILIZOU A SOLUÇÃO DESTAS DISFUNÇÕES.


Observamos que, pessoas que apresentavam deficiência de hormônio de crescimento (HGH) no início da infância e faziam reposição de hormônio do crescimento (HGH), muitas quando chegavam a estatura esperada interrompiam o tratamento. No entanto, muitos pacientes continuavam com a reposição do hormônio de crescimento (HGH) porque mesmo já tendo passado a fase de crescimento, ainda apresentavam deficiência de hormônio de crescimento (HGH) e esta reposição os beneficiava quanto a melhorar a qualidade de vida, a melhorar a composição corporal, a melhorar a densidade mineral óssea, evitando desta forma a osteoporose precoce e os riscos cardiovasculares, todos eles associados à deficiência de HGH hormônio de crescimento. 
Já, os pacientes que interromperam a reposição de hormônio de crescimento, mas ainda apresentavam a deficiência de HGH,hormônio de crescimento, poderiam reiniciar o tratamento após novas avaliações clínico-laboratoriais-instrumentais, mas os pacientes que não se dispunham a isto, deveriam ser submetidos à observação constante e a longo prazo para evitar possíveis complicações adversas, tais como, redução da densidade mineral óssea, aumento do LDL-colesterol (mal-colesterol), diminuição do HDL-colesterol (bom-colesterol), aumento dos triglicérides e do risco de doenças cardiovasculares mas existem outros fatores práticos que são de extrema significância,principalmente durante a fase infanto juvenil, onde os coleguinhas são de uma honestidade perversa, ou seja o anglicismo passou a denominar esta situação de bullying, ou discriminação ou agressão discriminatória , que pode causar problemas graves para a criança ou juvenil, de ordem psicogênica , atitudes anti sociais, depressão e existe descrito na literatura até casos de suicídio, por serem baixinhos ou obesos. Nós como pais podemos minorar este problema extremamente grave.



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Como Saber Mais:
1.Quando a pessoa faz reposição de hormônio de crescimento na infância por deficiência deste, é importante continuar com a reposição até chegar a idade adulta?
2.A reposição do hormônio de crescimento (HGH)ajuda a melhorar o HDL-colesterol (bom-colesterol)?
3.Para uma melhor qualidade de vida é bom fazer reposição de hormônio de crescimento (HGH), quando se tem deficiência deste? http://deficienciahormonal.blogspot.com

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Referência Bibliográfica:
Divisão de Endocrinologia Pediátrica e Diabetes, Mount Sinai School of Medicine, Nova Iorque, Nova Iorque. International Journal of Obesity publicação em linha avançada 24 de novembro de 2009, doi: 10.1038/ijo.2009.241
C E Collins, Jane Watson T e Burrows
Faculdade de Ciências da Saúde, Faculdade de Saúde, da Universidade de Newcastle, Newcastle, New South Wales, Austrália
Chihara K , Y Kato , H Kohno , K Takano , T Tanaka , Teramoto A , A Shimatsu.
   






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